REFUGIADOS NO MERCADO DE TRABALHO

 Por conta de sua estrutura o Brasil tem sido cada vez mais procurado por refugiados que tentam recomeçar a sua vida longe das guerras e crises em seus respectivos países. 


“Refugiado é uma pessoa que sai de seu país por conta de “fundados temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas”, em situações nas quais “não possa ou não queira regressar”. ” - Http://www.politize.com.br/crise-dos-refugiados.



Refúgio no Brasil

O número de refugiados no Brasil tem aumentado constantemente, por conta de guerras e crises econômicas, principalmente nos países do Oriente Médio e na Venezuela. O Brasil é um dos países que recebem melhor os Refugiados, com leis sérias e quase sempre respeitadas. 

Refugiados no Brasil (Foto: Arte/G1)

Cadê o meu emprego?

Conseguir emprego no Brasil já era uma tarefa difícil, no entanto com a crise econômica essa situação piorou. Para os refugiados é ainda pior, pois ainda existe muito preconceito em relação a eles. Com o objetivo de esclarecer essa dificuldade segue abaixo alguns depoimentos de refugiados.



Charly Kongo Nzalambila 


“Há oito anos no país, o congolês Charly Kongo Nzalambila, que também fugiu da violência, chamou atenção para o preconceito enfrentado pelos africanos no Brasil. “Muitas vezes somos tratados como ignorantes, dizem que moramos com macacos e leões na floresta, só pelo fato de sermos africanos”, afirmou em sua apresentação no evento “Vozes do Refúgio: dados globais, olhares locais”. Segundo ele, nos momentos em que o fluxo de chegadas ao Brasil aumenta, os refugiados passam a ser serem cada vez mais associados à criminalidade. No entanto, ele acredita que esse sentimento não seja homogêneo em toda a população. “ - https://nacoesunidas.org/refugiados-contam-historias-de-preconceito-e-hospitalidade-em-sua-vida-no-brasil/




Nelly Camacho Barbosa 
 
“Não é fácil deixar o país, principalmente nas condições difíceis como saem os refugiados”, afirmou. “É um pouco difícil conseguir trabalho, já que temos outra cultura, outro idioma. Não é fácil recomeçar a vida. “Estou esperando uma permissão do estado para trabalhar na rua, pois sou artesã. Então tenho sempre o medo de ser perseguida pela polícia. ” ”




Khaled Feres 

“O sírio Khaled Feres, 27 anos, também passou a trabalhar como ambulante, vendendo comida típica de seu país nas ruas do Rio, depois de tentativas frustradas para continuar seus estudos em Odontologia, aos quais se dedicava em Damasco. Refugiado no Brasil há dois anos, ele criticou a burocracia das universidades brasileiras. “Me pediram histórico escolar, comprovante de residência. Não tenho todos esses documentos”, disse. ”


O que fazer para ajudar?

Algumas instituições trabalham com o intuito de amenizar o sofrimento dos refugiados. Abaixo tem uma lista de instituições que você pode ajudar.

  • Acnur 
Agência da ONU para Refugiados, fornece água potável, abrigo, saneamento e assistência médica.

  • Médicos Sem Fronteiras 
Oferece assistências psicológica e tratamento nutricional.

  • Cruz Vermelha 
Ajuda pessoas que sofrem com a violência em zonas de conflito, ou seja, atenuam o sofrimento humano sem distinguir por raça, religião e etc.

  • Cáritas 
Presta serviço de acolhimento e integração aos refugiados no país. Há unidades da Cáritas no Rio de Janeiro e em São Paulo. 

Projeto Estou Refugiado 




“De acordo com o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE), o número total de solicitações de refúgio aumentou mais de 2.868% entre 2010 e 2015 quando saltou de 986 solicitações para 28.670.

O cenário comoveu Luciana e a qualificação profissional dessas pessoas atraiu a atenção dela. São economistas, contadores, empresários, com dificuldades para se estabilizar no país. "Eu percebi que tinha muito preconceito, muita xenofobia. Na época, ouvia muitos questionamentos do tipo " será que ele é do bem? " só por causa da religião ou porque uma mulher usava o véu islâmico. Tinha muito racismo também. Então surgiu uma vontade de ajudar essas pessoas".
Estou Refugiado ajuda o refugiado a elaborar seu currículo com foto e contar sua história. Os currículos também podem ser enviados para o e-mail contato@estourefugiado.com.br. Outro incentivo que o projeto costuma dar aos refugiados é incentivo para empreender. “

https://www.terra.com.br/noticias/dino/projeto-estou-refugiado-empregou-300-pessoas,de88d91f0391cc49cc1ef823d3d6f96aoxkrxs2y.html



Projeto Empoderando Refugiadas 



“Para promover a devida inserção destas mulheres no mercado de trabalho, a Rede Brasil do Pacto Global, o ACNUR – Agência da ONU para Refugiados – e a ONU Mulheres lançaram na semana passada a segunda rodada do projeto “Empoderando Refugiadas”.


Turma: 2018.4 Vendas
Alunos: Ana Caroline, Cecília Dantas, Esther Carvalho e Thierry Teixeira.

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